Cláudia Bráz   (190 views)

 

What is Cláudia Bráz doing now?

A Vida é Hoje!!!
More than 1 month ago  ·  Comment »

Age

29

Location

Portugal

Birthday

June 26
 
Advertisement

Info

http://ccmb80.hi5.com - Send it to your friends

Age

29

Birthday

June 26

Location

Portugal

 

About Me

Este vídeo é o trabalho final de um programa de intervenção na violência doméstica e conjugal, realizado por um grupo de mulheres ligadas ao sistema de justiça. Obrigada a todas pela participação e a todos os que tornaram possível o desenvolvimento deste projecto. Saudações das estagiárias Ana Moreira e Cláudia Bráz.

Interests

MITOS E FACTOS SOBRE A VIOLENCIA DOMESTICA

MITO nº 1: A violência doméstica é uma perda de controlo? Uma questão de controlo da ira?
FACTO: O comportamento violento é uma escolha; a violência doméstica nada tem que ver com a ira. Os agressores têm bastante controlo porque param quando alguém bate à porta ou o telefone toca. Direccionam os socos e os pontapés para as partes do corpo onde os ferimentos têm menor visibilidade e não agridem qualquer pessoa, esperam até que não haja testemunhas e praticam o abuso contra a pessoa a quem dizem que amam. A violência doméstica diz respeito ao agressor usar o seu controlo, e a não perdê-lo. As suas acções são extremamente deliberadas.

MITO nº 2: A vítima é responsável pela violência porque a provoca.
FACTO: Ninguém pede para ser agredido. Ninguém merece sofrer agressão, independentemente, daquilo que diga ou faça. Todos têm o direito de viver sem sofrer violência. Ninguém deseja que o cônjuge seja abusivo. O agressor usa o charme, no início do relacionamento, a fim de descobrir se ela já foi vítima de abuso e usa essa informação para culpá-la pela violência (o problema está em ti, ou o seu outro companheiro não te teria agredido) ou, para silenciá-la (não contes a outras pessoas porque elas nunca irão acreditar visto que já disseste isso antes).

MITO nº 3: Se a vitima não gostar, ela pode deixar o relacionamento.
FACTO: As vítimas não gostam do abuso. Permanecem no relacionamento por muitos motivos, incluindo o medo. A maioria acaba por sair da relação. As mulheres agredidas fazem repetidas tentativas de deixar o relacionamento violento, mas são impedidas pelo aumento da violência e pelas estratégias de controlo da parte do agressor. Outros factores que inibem a vítima fugir incluem a dependência económica, poucas opções viáveis de acomodação e apoio, resposta inadequada do sistema judiciário criminal ou de outras agências, isolamento social, impedimentos culturais ou religiosos, compromisso para com o agressor/ relacionamento e medo de sofrer ainda mais violência. O perigo para a vítima aumenta em 70% quando tenta fugir, visto que o agressor intensifica o uso da violência quando começa a perder o controlo.

MITO nº 4: A violência doméstica somente ocorre em pequena percentagem nos relacionamentos.
FACTO: Estima-se que ocorra em ¼ a ½ de todos os relacionamentos íntimos, tanto heterossexuais como homossexuais.

MITO nº 5: As mulheres da classe média e alta não sofrem agressões com tanta frequência quanto as mulheres pobres.
FACTO: A violência doméstica ocorre em todos os níveis sócio-económicos. As mulheres com dinheiro, normalmente, têm mais acesso a outros recursos, as mulheres mais pobres tendem a utilizar as agências comunitárias e, portanto, são mais visíveis.

MITO nº 6: Os agressores são violentos em todos os seus relacionamentos.
FACTO: Os agressores são violentos com seu cônjuge da forma como jamais considerariam tratar outra pessoa(amigos ou colegas de trabalho).

MITO nº 7: Bebidas alcoólicas e consumo de drogas provocam o comportamento agressivo.
FACTO: Muitos agressores não bebem nem consomem drogas. Esta não é a causa subjacente da agressão. Muitos usam essas substâncias como desculpa para explicar sua violência.

MITO nº 8: Se a mulher sofre agressão uma vez, será sempre agredida.
FACTO: Embora algumas mulheres que sofreram agressão tenham passado por mais de um relacionamento abusivo, as mulheres protegidas pelos serviços contra a violência doméstica têm menor possibilidade de entrarem noutro relacionamento abusivo.

MITO nº 9: É fácil deixar um relacionamento abusivo, simplesmente juntando os pertences e indo embora.
FACTO: Isto não é verdade. O agressor tende a isolar a vítima ao não lhe dar dinheiro, impedindo-a de conseguir um trabalho, de estar com a família e amigos. A dificuldade de pagar abrigo para as crianças e sua sobrevivência tornam quase impossível o simplesmente juntar os pertences e partir.

MITO nº 10: Somente as mulheres são vítimas da violência doméstica.
FACTO: Os homens também são vítimas de violência doméstica, mas muitos têm vergonha de informar o abuso. Um estudo bem divulgado, realizado pelo Dr. Murray Strauss, da Universidade de New Hampshire, revelou que as mulheres usam meios violentos para resolver o conflito no relacionamento com tanta frequência quanto os homens. Contudo, o estudo também concluiu que quando o contexto e as consequências de uma agressão são medidos, a maioria das vítimas está no grupo de mulheres. O Departamento de Justiça dos EUA descobriu que 95% das vítimas de abuso praticado pelo cônjuge são mulheres. Os homens podem ser vítimas, mas isso é raro.

MITO nº 11: As crianças em lares onde ocorre a violência tendem a se tornarem vítimas ou agressores.
FACTO: Isto, infelizmente, é verdade. Embora pareça que as crianças estejam dormindo ou não comentem a respeito do que vêem e ouvem, elas são afectadas. As crianças reproduzem o que os adultos fazem e o ciclo de violência prossegue.

MITO nº 12: Os agressores são sempre pessoas más e cruéis.
FACTO: Não é verdade. Algumas das pessoas mais agradáveis que você conhece são agressores e encontram-se em todas as classes sociais e económicas. Noventa por cento dos agressores não têm antecedentes criminais.

MITO nº 13: O abuso irá cessar.
FACTO: Sem ajuda profissional, os agressores irão continuar. O abuso, normalmente, torna-se mais frequente e mais violento, algumas vezes resultando em morte.

MITO nº 14: O ciclo da violência é rompido quando acaba o relacionamento.
FACTO: Os momentos mais perigosos para a vítima podem ser quando elas deixam o relacionamento sem um plano de segurança. Sem intervenção, os agressores continuarão o abuso.

MITO nº 15: A violência doméstica é, normalmente, um caso isolado.
FACTO: Agredir é uma forma de coerção e controle que uma pessoa exerce sobre a outra. Agredir não é apenas um ataque físico. Isto inclui a repetição de várias tácticas, incluindo intimidação, ameaças, privação económica, isolamento e abuso psicológico e sexual. A violência física é apenas uma das tácticas. As várias formas de abuso utilizadas pelo agressor ajudam-no a manterem o poder e o controlo sobre o cônjuge.

MITO nº 16: Os homens que agridem, geralmente, são bons pais e devem ter a guarda conjunta dos filhos caso o casal se separe.
FACTO: Os estudos revelam que os homens que agridem a esposa também abusam dos filhos em 70% dos casos. Mesmo quando os filhos não sofrem abuso directo, eles sofrem ao verem um cônjuge agredir o outro. Os agressores, muitas vezes, demonstram uma acentuado interesse pelos filhos, quando da separação, como um meio de manter o contacto, e assim controlar o cônjuge.

MITO nº 17: Quando há violência na família, todos os membros participam na dinâmica e, portanto, todos devem mudar o comportamento para que cesse a violência.
FACTO: Apenas o agressor pode por fim à agressão. Agredir é uma escolha dele e, portanto, deve ser responsabilizado. Muitas mulheres agredidas fazem diversas tentativas de mudar o comportamento na esperança de que isso irá por fim ao abuso. Porém, não funciona. As mudanças no comportamento dos membros da família não irão alterar o comportamento violento do agressor.

MITO nº 18: Os agressores e/ou as vítimas sofrem de baixo auto-estima.
FACTO: Os agressores não têm baixa auto-estima. Eles crêem que receberam poder e controle sobre seu cônjuge. Eles fingem ter baixa auto-estima se isso levar outros a crerem que a violência não é sua culpa. Os sobreviventes do abuso podem ter tido uma excelente auto-estima no início do relacionamento, mas o agressor usa o abuso emocional (nomes depreciativos; faz com que a pessoa se sinta inferiorizada; diz que a culpa é dela) a fim de destruir a sua auto-estima. Alguns agressores procuram mulheres com baixa auto-estima, visto que acreditam que ela terá maior probabilidade de se culpar a si mesma e menor probabilidade de denunciar o abuso. Outros agressores procuram mulheres com elevada auto-estima visto representarem um desafio maior para exercer o controle ao longo do tempo.

Serviço de Informação à Vítima de Violência Doméstica: 800 202 148 /
Nº de Emergência Nacional: 112 /
Linha Nacional de Emergência Social: 114 /

É gratuito;
É anónimo (não tem que se identificar);
Funciona 24 horas por dia;
A chamada não aparece na factura telefónica

Violência Doméstica - Legislação
http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Legisl_Violencia_Domest.htm

Favorite Movies

 

Favorite TV Shows

 

hi5 Games

Play hi5 Games

Cláudia Bráz hasn't played any games recently.

 

Journal

View All 3 Entries    Add Comment

Stop Homofobia : Jun 22, 2008

 "O maior desafio face à violência nas relações homossexuais é a cegueira social"

A frequência dos comportamentos abusivos entre casais homossexuais é relativamente próxima da que ocorre entre heterossexuais (…) assim o indica um estudo recente da Universidade do Minho (UM), que alerta para a necessidade de alargar os serviços a estas vítimas.

O trabalho realizado pela investigadora Carla Machado tentou compreender uma realidade "ignorada ou negada", explica. Ignorada pelo predomínio das relações heterossexuais dentro das ciências sociais e "pelo medo que a comunidade homossexual de diversos países tem" de ver alimentar "um estereótipo negativo e estigmas associados à homossexualidade". (…) Outras pistas para esta ocultação: a ideia de que apenas os homens protagonizam agressões, a crença de que as "relações entre indivíduos do mesmo sexo tendem a ser igualitárias e imunes à violência íntima" e "o funcionamento de um sistema de justiça extremamente preconceituoso", que leva as vítimas a não recorrer às autoridades.

De uma amostra de 63 indivíduos assumidos como homossexuais, o estudo traz resultados muito semelhantes aos encontrados noutros países: um quinto (20,6 %) dos inquiridos identificaram-se como vítimas e 15,9 % como agressores.

"O nível de violência é próximo" do dos casais heterossexuais. As diferenças "têm, sobretudo, a ver com o elevado nível de escolaridade", sublinhando que "a violência de género existe e é dominante" na sociedade, mas "a violência doméstica é um fenómeno muito mais complexo do que isso".

Também entre os homossexuais o insulto e a humilhação constituem as formas mais recorrentes de agressão. Há, ainda assim, uma especificidade: o revelar ou ameaçar revelar a orientação sexual do parceiro - uma estratégia assumida por 1,6 % dos inquiridos.

Atendendo à discriminação social a que estes indivíduos estão sujeitos, tal atitude pode resultar, por exemplo, na "perda de emprego ou no abandono de familiares e amigos".

Mas há que ter em conta que "as atitudes negativas veiculadas pela sociedade em relação à homossexualidade, aliadas à legitimação social da violência nas relações íntimas", tornam esta realidade muito mais difícil de denunciar. Resultado? "Os agressores não são punidos pelos seus comportamentos e podem mesmo reforçá-los"

 

Carla Machado – Universidade do Minho

Consultado em: http://portugalgay.pt/news/index.asp?uid=260205A

Applications

Browse Applications

Poker Palace
Casino-style Texas hold 'em poker. It's the real deal!

 

Widgets

 

 

hi5 Gifts

Give a Gift    Get hi5 Coins    View all

Cláudia Bráz has no unwrapped gifts.
 

Comments | View All Entries

Leave a comment for Cláudia Bráz

Nov 10 11:49 AM
 
Como ninguém nos dá música... :P bjs
 
Oct 23 7:21 AM
Neka says:
 
podiam era vir a latada de coimbra este fds
k dixes??
 
Oct 22 12:11 PM
Neka says:
 
exma senhora psicologa vnh por este meio informa-la de que tenho saudades dos cafezes tomados o pessoal e tal....
Sim de facto a minha vocaçao a nivel profissional.

ps: k dixes do meu palavriado,tou a escrever bnito lol beijokas
 
Sep 29 2:30 PM
 
18 AMIGA! Yupi! FESTA! Parabéns sra Psicóloga :)és uma mente brilhante :) Beijos
 
Sep 28 6:23 AM
Neka says:
 
ola ola como é socia lol vais publicar a 1 ediçao do meu livro! ja escrevi a mnha primeira aventura e ta kalker koisa.... vou passar po pc e dp envio t pa t rires um pokinho mais a mnha primaxa! beijokas
 
Sep 23 8:07 AM
 
- Amo.te minha prima «33
- Melhor prima do mundo tu :D
- Minha goztoza xD

Bjnhoz

Title
body